A Polícia Federal (PF) apreendeu, na última segunda-feira (21), cerca de 40,5 quilos de cocaína no Porto de Itapoá, no Litoral Norte de Santa Catarina. A droga estava camuflada em meio a uma carga considerada legal, que tinha como destino final a cidade de Gênova, na Itália. A ação foi resultado de uma fiscalização de rotina conduzida pela Receita Federal, que identificou os primeiros pacotes do entorpecente e imediatamente acionou a PF.
De acordo com as autoridades, a inspeção faz parte dos procedimentos habituais adotados no porto para verificar mercadorias destinadas à exportação. Durante a checagem, os agentes localizaram parte dos tabletes de cocaína escondidos na carga. Diante da descoberta, policiais federais foram chamados para realizar uma varredura completa no restante do contêiner, o que levou à apreensão total dos 40,5 kg.
A droga foi retirada do local e encaminhada à Delegacia da Polícia Federal em Joinville, onde o caso será investigado. Um inquérito policial foi instaurado com o objetivo de identificar os responsáveis pelo envio da substância ao exterior. As investigações buscam esclarecer como a cocaína foi ocultada na carga e quem seriam os envolvidos na operação.
O Porto de Itapoá é um importante terminal portuário catarinense, utilizado para o escoamento de mercadorias diversas, e tem sido palco de fiscalizações constantes. A apreensão desta segunda-feira reforça a vigilância sobre o tráfico internacional de drogas, que frequentemente utiliza rotas marítimas para transportar entorpecentes para a Europa.
As autoridades não divulgaram detalhes sobre a origem da carga lícita nem sobre possíveis suspeitos. A Polícia Federal segue com as diligências para localizar os responsáveis e desarticular a rede criminosa. A expectativa é de que novas informações sejam divulgadas à medida que as investigações avançarem.
Este é mais um caso que evidencia a atuação conjunta entre Receita Federal e Polícia Federal no combate ao tráfico de drogas em portos brasileiros. A cooperação entre os órgãos tem sido fundamental para interceptar carregamentos ilícitos antes que deixem o país.
A cocaína apreendida, após passar por perícia, será destruída conforme os procedimentos legais. Enquanto isso, a investigação prossegue para responsabilizar criminalmente todos os envolvidos na tentativa de exportação da droga.
Fonte: ND+




















