O projeto Palco da Vida, Memória e Identidade do Território, é um projeto cultural realizado com recursos da lei de incentivo do Governo Federal, realizado pela empresa WEG, com promoção do Instituto Civicus. Durante os próximos dez dias está em cartaz em Guaramirim. A exposição, que combina atividades sensoriais e jogos pedagógicos, tem como objetivo valorizar a biodiversidade da Mata Atlântica e promover a educação ambiental.

De acordo com Ana Laura Fonseca Aguiar, do Instituto Civicus, o projeto nasceu com a intenção de mapear a biodiversidade das áreas de preservação ambiental da WEG, em Corupá, próxima ao Morro do Tigre. “Os biólogos identificaram as espécies de maior importância ecológica, tanto de flora quanto de fauna. A partir desse levantamento, traduzimos todo o material em uma exposição cultural e pedagógica”, explica.
A exposição é dividida em dois módulos. O primeiro é um container imersivo, onde os visitantes podem vivenciar atividades sensoriais de aromas, texturas e emoções, sentindo a riqueza da Mata Atlântica. O segundo módulo, externo, oferece jogos como jogo da memória, super trunfo, bob goods e tabuleiros, que ensinam sobre a diversidade ecológica de forma lúdica. “As crianças e toda a população podem entender, através da cultura e da brincadeira, o que é a diversidade da Mata Atlântica”, destaca Ana Laura.

Antes de chegar a Guaramirim, o projeto passou por Jaraguá do Sul, onde ficou dez dias em frente à SCAR, atendendo escolas municipais de Jaraguá do Sul e Corupá. Também esteve no Parque Weg, atendendo colaboradores da empresa. Em Guaramirim, a exposição funciona na Praça Cantalício Érico Flores, das 8h às 20h, inclusive sábados e domingos, com mediadores para receber o público. A iniciativa conta com parceria das Secretarias Municipais de Educação, Meio Ambiente e Infraestrutura.

Segundo Ana Laura, o objetivo principal é despertar a sensibilidade para a preservação. “Trabalhamos temas como cuidado, sustentabilidade e preservação. Quando conhecemos o som de uma gralha-azul ou a importância ecológica de uma araucária, passamos a preservar e cuidar de toda essa biodiversidade”, conclui. A exposição é aberta a toda a população, que pode visitar com a família e as crianças.




















