A Seleção Brasileira Feminina Sub-17 concluiu nesta terça-feira (20) a preparação para o confronto com Gana, válido pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo Feminina Sub-17. A partida será realizada nesta quarta-feira (21), às 15h (horário de Brasília), no Complexo Feminino Mohammed VI, em Salé, no Marrocos.
Em busca de mais uma vitória na competição, o Brasil espera um duelo de alta intensidade contra as africanas. Após o treino, a zagueira Andreyna analisou o confronto e alertou para a necessidade de atenção redobrada diante de um adversário que também precisa do resultado.
“Acredito que elas vão vir para cima. Elas precisam da vitória, e a gente também precisa da vitória. Então, acredito que vai ser um jogo bastante acirrado”, avaliou a jogadora.
Andreyna também comentou sobre as características da equipe ganesa. Apesar de admitir que o Brasil ainda não conhece profundamente o adversário, ela ressaltou a qualidade técnica e a determinação das rivais. “A gente não conhece muito elas, mas viu o jogo passado. Acredito que elas têm muita vontade, são bastante técnicas e vão vir”, afirmou.
A experiência adquirida na Copa do Mundo do ano passado serve como referência para o grupo nesta edição. O Brasil conquistou uma classificação histórica, alcançando pela primeira vez o quarto lugar no mundial. Segundo Andreyna, os detalhes fizeram a diferença, especialmente as lesões de jogadoras e expulsões. Agora, a equipe busca transformar os aprendizados em força para avançar na competição.
“A gente acabou perdendo jogadoras, acabou tendo expulsão. Então, acho que esse é o aprendizado. A gente está mais unida, conseguiu colocar o nosso modelo de jogo desde o primeiro minuto até o último minuto. Acredito que os detalhes vão fazer a gente ganhar essa Copa do Mundo”, projetou.
A zagueira, bicampeã sul-americana e uma das líderes do time, também destacou o alto nível técnico e competitivo das seleções participantes, especialmente das atletas nascidas entre 2009 e 2011. Na avaliação da jogadora, a qualidade das gerações torna o torneio ainda mais desafiador e exige concentração ao longo de toda a competição.
“Essa geração no mundo inteiro é uma das melhores, porque é muito técnica, muito inteligente e muito competitiva. Então, acredito que vai ser bastante difícil para a gente, mas a gente não vai desistir, não”, concluiu.
Fonte: CBF





















