Na tarde desta terça-feira (6), a Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) retomou as sessões ordinárias após o período eleitoral. Os deputados utilizaram a tribuna para agradecer os votos recebidos e reafirmar compromissos para os próximos mandatos. A sessão também teve embates entre parlamentares sobre o papel de estruturas da Casa dedicadas às mulheres, como a Bancada Feminina, o Observatório da Mulher e a Procuradoria da Mulher.
O deputado Mario Motta (PSD) enfatizou a responsabilidade de concluir o mandato atual e representar os catarinenses por mais quatro anos. “Recebo o resultado com alegria, mas com humildade e respeito. O voto não torna ninguém dono da confiança recebida. Nosso mandato não é patrimônio, mas sim serviço e resultado”, declarou.
Também reeleito, Napoleão Bernardes (PSD) agradeceu a confiança dos eleitores e reforçou seu compromisso com o estado. “Tenho orgulho de representar cada catarinense e reafirmo meu compromisso, meu pacto de trabalhar pelo desenvolvimento econômico e social do nosso estado”, afirmou.
Já o deputado Sérgio Guimarães (União) agradeceu os votos e disse que continuará atuando para dar voz às demandas da população. “Pessoas dizem que sou sensacionalista. Se ser sensacionalista é dar vez e voz às pessoas que não têm, eu continuarei sendo. Vamos continuar lutando por você, catarinense”, ressaltou.
A deputada Ana Campagnolo (PL) usou a tribuna para destacar sua reeleição e questionar a atuação das estruturas da Alesc voltadas às mulheres. “Precisamos analisar os dados e falar sobre quem representa, de fato, as mulheres catarinenses. São as feministas que criaram estruturas na Alesc e fizeram zero por cento de representantes nessa eleição, ou somos nós, mulheres de direita, que crescemos 300% na representação? Precisamos questionar o que essas estruturas na Alesc entregaram para as mulheres”, indagou.
A deputada Carolline Sardá (PSOL) rebateu as críticas e defendeu a relevância das estruturas de proteção e garantia dos direitos das mulheres. “É bonito falar que defende a segurança pública, mas é preciso saber como ela funciona e onde os recursos são investidos. Não temos casas de abrigo, as delegacias das mulheres estão desmontadas. Então, é esse o antifeminismo que vai defender as mulheres? Vão acabar com essas instituições que cobram para que as mulheres tenham estruturas para serem atendidas?”, questionou.
O que marcou a retomada das sessões ordinárias? Parlamentares usaram a tribuna para agradecer aos catarinenses pelos votos recebidos nas eleições e reafirmar compromissos para os próximos mandatos.
Quais estruturas voltadas às mulheres foram citadas no debate? A Bancada Feminina, o Observatório da Mulher e a Procuradoria da Mulher.
O que Ana Campagnolo questionou? A deputada questionou a atuação das estruturas da Assembleia Legislativa voltadas às mulheres.
O que Carolline Sardá defendeu? A deputada rebateu as críticas e defendeu a importância das estruturas destinadas à proteção e à garantia dos direitos das mulheres.
Fonte: Assembleia SC


















