ACUSAÇÕES GRAVESAdvogado servidor da Câmara de Palma Sola é preso em operação contra crimes sexuais

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Um advogado que atua como servidor da Câmara de Vereadores de Palma Sola, município localizado no Extremo-Oeste catarinense, foi detido de forma temporária durante uma operação deflagrada pela Polícia Civil. A ação investiga possíveis delitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e crimes contra a dignidade sexual. A prisão ocorreu na segunda-feira, 27, após ordem judicial que também autorizou buscas em dois locais.

De acordo com as autoridades, a investigação corre em sigilo. A operação foi executada pela Delegacia de Polícia da Comarca de Anchieta, com apoio das delegacias de Palma Sola e de Dionísio Cerqueira. Durante o cumprimento dos mandados, os agentes apreenderam aparelhos celulares, computadores e outros dispositivos eletrônicos pertencentes ao advogado, que possuem capacidade de armazenar arquivos digitais.

O material apreendido será submetido a perícia pela Polícia Científica. O objetivo é verificar se há registros audiovisuais de conteúdo ilícito que possam auxiliar nas apurações. A corporação não revelou detalhes sobre as circunstâncias dos fatos nem a identidade de eventuais outros envolvidos, em razão do sigilo do inquérito.

Segundo a Polícia Civil, a delegacia tomou conhecimento do caso na sexta-feira, 24. No sábado, 25, foram realizadas as primeiras diligências investigativas. Em seguida, a autoridade policial solicitou as medidas cautelares, que foram deferidas pelo Poder Judiciário no domingo, 26. O cumprimento dos mandados ocorreu já na segunda-feira, 27.

Em nota, a Polícia Civil afirmou que mantém atuação “firme e intransigente” no combate a crimes contra crianças e adolescentes e destacou que trabalha com celeridade e rigor técnico nesse tipo de investigação.

A Câmara de Vereadores de Palma Sola, por meio de nota oficial, informou que tomou conhecimento do cumprimento do mandado de prisão contra um servidor da Casa Legislativa. A Mesa Diretora declarou que já solicitou acesso às informações oficiais para avaliar, dentro de suas atribuições legais e administrativas, quais medidas poderão ser adotadas.

O Legislativo municipal ressaltou que, como o inquérito tramita sob sigilo, ainda não teve acesso ao conteúdo da investigação. Por isso, afirmou que aguarda o recebimento das informações oficiais antes de deliberar sobre eventuais providências administrativas.

Em sua nota, a Câmara também informou que, conforme os dados disponíveis até o momento, os fatos investigados não possuem relação com as atividades institucionais do Poder Legislativo nem com as funções exercidas pelo servidor na Casa. A instituição reafirmou seu compromisso com a legalidade, a transparência, a ética na administração pública, o devido processo legal e a presunção de inocência.

Em nota encaminhada à imprensa, a defesa do advogado, representada pelo advogado Bruno Marodin, informou que acompanha “de maneira atenta e diligente” o andamento das investigações conduzidas pela Polícia Civil. Segundo o comunicado, o investigado tem colaborado integralmente com as determinações da autoridade policial e disponibilizado as informações e esclarecimentos necessários para a completa elucidação dos fatos.

A defesa também afirmou confiar nas instituições e destacou que a garantia constitucional da presunção de inocência deve ser rigorosamente respeitada durante todo o procedimento, evitando julgamentos antecipados. Por fim, informou que, em razão do sigilo legal imposto ao inquérito e para preservar o regular andamento das investigações, não fará novos comentários sobre o caso neste momento.

O advogado preso, identificado como Cleto Marodin, é servidor da Câmara de Vereadores de Palma Sola. A operação foi conduzida pela Delegacia de Polícia da Comarca de Anchieta, com apoio das delegacias de Palma Sola e de Dionísio Cerqueira.

Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em dois endereços distintos. Durante as diligências, os policiais apreenderam telefones celulares, computadores e outros dispositivos eletrônicos do advogado com capacidade para armazenar arquivos digitais.

Todo o material será encaminhado para perícia da Polícia Científica. O objetivo é analisar os equipamentos e identificar a eventual existência de registros audiovisuais de conteúdo ilícito que possam contribuir para a investigação.

A Polícia Civil não divulgou detalhes sobre as circunstâncias dos fatos nem a identidade de outras possíveis pessoas envolvidas, em razão do sigilo do inquérito.

As investigações tiveram início na sexta-feira, 24, quando os fatos chegaram ao conhecimento da delegacia responsável. No sábado, 25, foram realizadas as primeiras diligências investigativas. Em seguida, a autoridade policial representou pelas medidas cautelares, que foram deferidas pelo Poder Judiciário no domingo, 26. O cumprimento dos mandados ocorreu já na segunda-feira, 27.

Em nota, a Polícia Civil afirmou que mantém atuação “firme e intransigente” no combate aos crimes praticados contra crianças e adolescentes e destacou que trabalha com celeridade e rigor técnico nesse tipo de investigação.

A Câmara de Vereadores de Palma Sola divulgou nota oficial informando que tomou conhecimento do cumprimento do mandado de prisão contra um servidor da Casa Legislativa. Segundo a Mesa Diretora, já foi solicitado acesso às informações oficiais para avaliar, dentro de suas atribuições legais e administrativas, quais medidas poderão ser adotadas.

O Legislativo municipal ressaltou que, como o inquérito tramita sob sigilo, ainda não teve acesso ao conteúdo da investigação. Por isso, afirmou que aguarda o recebimento das informações oficiais antes de deliberar sobre eventuais providências administrativas.

A Câmara também informou que, conforme os dados disponíveis até o momento, os fatos investigados não possuem relação com as atividades institucionais do Poder Legislativo nem com as funções exercidas pelo servidor na Casa.

Por fim, a instituição reafirmou compromisso com a legalidade, a transparência, a ética na administração pública, o devido processo legal e a presunção de inocência, acrescentando que continuará acompanhando o andamento das investigações e colaborará com as autoridades sempre que necessário.

Fonte: ND+

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