CONTROLE TOTALBolsonaro nega deep fake e Lula lidera pesquisas; Dino cobra emendas

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A defesa de Jair Bolsonaro deve afirmar ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que o ex-presidente não tinha conhecimento do vídeo produzido com inteligência artificial que foi exibido na convenção que confirmou sua candidatura ao Planalto. A estratégia jurídica busca transferir a responsabilidade para o filho, Flávio Bolsonaro, e para o Partido Liberal (PL), que divulgaram as imagens.

Em outra frente política, o partido Republicanos sinalizou que não pretende mais apoiar a candidatura do senador Cleitinho ao governo de Minas Gerais, alegando perda de oportunidade política. A assessoria do parlamentar, no entanto, desmentiu a informação e afirma que a candidatura ao executivo estadual está mantida.

O ministro Flávio Dino, também do STF, concedeu prazo de dez dias para que o governo federal e o Congresso Nacional prestem esclarecimentos sobre a destinação de emendas parlamentares. Em sua decisão, Dino destacou que a chamada ‘Emenda Pix’ não equivale a uma transferência simplificada de recursos, exigindo maior transparência na alocação.

Pesquisa AtlasIntel divulgada recentemente aponta que o presidente Lula venceria Flávio Bolsonaro no segundo turno por 49,2% a 42,9%. O levantamento testou seis cenários e Lula lidera em todos. A aprovação do governo Lula é de 47,6%, enquanto a desaprovação alcança 51,2%. Em comparação com o levantamento anterior, a aprovação oscilou de 46% para 47,6%, e a desaprovação caiu de 52% para 51,2%.

Já pesquisa Datafolha indica que 59% dos entrevistados consideram inadequada a decisão de Moraes de proibir a visita de Flávio ao pai. A maioria também defende que o ex-presidente continue cumprindo pena em prisão domiciliar e sem acesso às redes sociais. A medida, válida por 90 dias, foi tomada após Flávio ler uma carta do pai em evento.

No cenário internacional, a tensão no Oriente Médio aumentou após a Ucrânia atacar um navio iraniano no mar Cáspio, expondo a interligação entre os conflitos na Ucrânia e na região. O Irã prometeu retaliar, enquanto a Arábia Saudita realizou, pela primeira vez, um ataque conjunto com os Estados Unidos contra milícias pró-iranianas no Iraque, ampliando a escalada regional.

Fonte: Metrópoles

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