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INFRAESTRUTURAObras de duplicação da SC-416, em SC, são autorizadas com investimento de R$ 220,7 mi

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A autorização para o começo das obras de duplicação da SC-416, no trecho entre Garuva e Itapoá, foi concedida na noite de quinta-feira (17). O contrato, avaliado em R$ 220,7 milhões, havia sido assinado pelo governo estadual na semana anterior, e agora a ordem de serviço foi liberada. O anúncio ocorreu durante reunião do secretário de Infraestrutura, Ricardo Grando, na Associação Empresarial de Joinville (Acij).

Com previsão contratual de 18 meses, a duplicação da SC-416 será executada em duas etapas. Na primeira, será construída uma nova pista de concreto ao lado da atual, para não interromper o tráfego. Em seguida, o pavimento existente receberá um revestimento de concreto, técnica conhecida como whitetopping.

O trecho tem 25 quilômetros e integra um corredor de 45 quilômetros que liga a BR-101 à região portuária de Itapoá. As demais vias que compõem esse percurso — a SC-417 e a estrada municipal José Alves — também têm projetos de duplicação, mas em iniciativas separadas. A SC-417, por exemplo, está incluída no acordo dos royalties e será contemplada pelo governo do Paraná, enquanto a via municipal ficará a cargo da prefeitura de Itapoá.

A rodovia apresenta desgaste no asfalto devido ao intenso fluxo de caminhões. O Porto Itapoá opera desde 2011 e a cidade se prepara para receber um segundo terminal, da cooperativa Coamo, cujo início das obras está previsto para 2027.

Além da duplicação, também foi autorizada a requalificação das ruas Edmundo Doubrawa e dos Franceses, na Zona Industrial Norte. Essa intervenção, orçada em R$ 19,2 milhões, inclui pavimentação e uma nova interseção, e faz parte da primeira etapa do alargamento da rua Dona Francisca, na área industrial de Joinville.

Para a SC-416, a contratação é integrada, o que significa que a empresa terá até 90 dias para concluir o projeto executivo, com o início das obras ocorrendo logo em seguida. A expectativa é de que, com a duplicação, o tráfego na região se torne mais fluido e seguro, beneficiando tanto o escoamento portuário quanto o acesso às praias.

Fonte: NSC Total

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