Na corrida por uma vaga no Senado, Antídio Lunelli (MDB) inovou ao incorporar a enxada e a motosserra ao seu material de campanha. Os instrumentos, que remetem ao trabalho rural, foram escolhidos para traduzir de forma simples suas propostas de transformação para o país.
A enxada remete às suas raízes em uma família de agricultores em Corupá, no interior catarinense. A motosserra, por sua vez, é usada como metáfora para a necessidade de eliminar privilégios, desperdícios e o excesso de burocracia que, segundo o candidato, sobrecarrega o contribuinte sem retorno adequado em serviços públicos.
Lunelli critica o atual modelo de gestão pública, que define como caro e ineficiente. Em suas declarações, ele aponta que quem produz e trabalha está exausto de financiar uma estrutura distante de suas necessidades. O candidato também defende uma reforma profunda no Judiciário, a revisão do pacto federativo e o aumento dos repasses para prefeituras.
Nascido em uma família humilde, Lunelli começou a carreira como agricultor e operário antes de fundar, com seus familiares, uma empresa que hoje gera mais de cinco mil empregos. Sua trajetória inclui ainda os cargos de prefeito de Jaraguá do Sul e deputado estadual.
A campanha aposta em uma comunicação acessível e direta, buscando aproximação com eleitores do campo e da cidade. O objetivo é demonstrar que ele conhece as dificuldades de quem produz e paga impostos, e que está preparado para lutar por mais recursos para saúde, segurança, infraestrutura e outros serviços essenciais.
Fonte: TN Sul




















