Pesquisa indica que 52% avaliam mal a economia sob Lula
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SITUAÇÃO RUIMPesquisa indica que 52% avaliam mal a economia sob Lula

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Uma nova sondagem, conduzida pelo instituto Nexus em parceria com o banco BTG, revela que a percepção negativa sobre o estado da economia predomina entre a população brasileira. Os dados, divulgados no início da semana, indicam que 52% dos participantes da pesquisa classificam o cenário econômico atual como ruim ou péssimo.

Em contrapartida, a fatia que enxerga a economia sob uma ótica favorável, considerando-a ótima ou boa, representa 16% dos ouvidos. Outros 30% dos entrevistados adotam uma posição intermediária, definindo a conjuntura como regular.

A mais recente medição apresenta oscilação mínima quando comparada ao levantamento anterior, realizado no fim de agosto. Naquela ocasião, o porcentual de avaliações negativas era ligeiramente superior, atingindo 53%, enquanto as opiniões positivas alcançavam 18% e as regulares somavam 27%.

O estudo também investigou a percepção sobre a trajetória da economia em relação à administração anterior, liderada por Jair Bolsonaro. Quase metade dos participantes (46%) acredita que as condições econômicas pioraram durante o mandato de Luiz Inácio Lula da Silva. Por outro lado, 37% dos entrevistados consideram que houve avanços quando comparado ao período do antecessor.

No que tange às perspectivas futuras, observou-se um leve recuo no otimismo. Se em agosto 39% esperavam melhorias econômicas para os próximos meses, agora esse índice é de 36%. A proporção dos que preveem uma deterioração da economia permaneceu praticamente estável, passando de 30% para 29%. Há ainda 22% que apostam em manutenção do quadro atual, enquanto 12% não souberam responder.

A despeito das avaliações macroeconômicas, a pesquisa destaca uma visão mais esperançosa no âmbito individual. A maioria dos entrevistados (43%) acredita que sua própria vida financeira tende a melhorar nos próximos seis meses, 34% esperam estabilidade e apenas 12% antecipam dificuldades.

Paralelamente, o levantamento procurou mapear as principais inquietações da sociedade. A segurança desponta como tema prioritário, sendo mencionada por 35% dos participantes. A saúde vem na sequência, com 31% das citações, seguida por corrupção (23%) e educação (17%).

O estudo encomendado pelo banco BTG ouviu 2.002 eleitores com 16 anos ou mais por meio de ligações telefônicas no período de 4 a 7 de agosto. A margem de erro estipulada é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. O registro da pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral foi feito sob o protocolo BR-06790/2026.

Fonte: Revista Oeste

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