Em entrevista durante a reta final da campanha eleitoral, a deputada federal e candidata ao Senado por Santa Catarina, Carol De Toni, afirmou que sua estratégia para os últimos dias é percorrer vários municípios catarinenses, ouvindo as demandas da população. Segundo ela, há “muita esperança no olhar do catarinense de ver um Brasil melhor”. A candidata demonstrou confiança na eleição de Jorginho Mello e Flávio, além da própria vitória, e pediu o apoio dos eleitores: “É Carol de Toni senadora, 221”.
Questionada sobre o comportamento do Senado a partir do próximo ano, em meio a um cenário de insegurança jurídica, De Toni defendeu uma postura firme da Casa. “Precisamos de um Senado forte para retomar a confiança no Poder Judiciário, nas leis e na Constituição”, declarou. Ela criticou a possibilidade de indicações políticas para o Supremo Tribunal Federal, afirmando que os futuros ministros devem ser escolhidos por cumprirem a lei e a Constituição, e não por amizade, profissão ou afinidade ideológica.
A candidata foi além e defendeu que o Senado exerça seu papel de fiscalização, inclusive com a possibilidade de impeachment de ministros do STF que, segundo ela, “estão envergonhando o Brasil”. Para moralizar a Corte, De Toni acredita que é essencial eleger senadores comprometidos e corajosos. “Só há um caminho: eleger senadores comprometidos e que tenham coragem de fazer até mesmo impeachment, se for preciso”, afirmou.
Ao analisar o papel de Santa Catarina no contexto nacional, a deputada destacou que o estado é exemplo em segurança pública, qualidade de vida e emprego formal, com menos dependência de benefícios sociais. “Santa Catarina dá exemplo e tem que servir de exemplo para todos os demais estados do Brasil”, disse. Ela defende que o estado retome o respeito perante a União para que mais recursos dos catarinenses permaneçam em Santa Catarina. Ao final, reforçou o pedido de voto: “É Carol de Toni 221 para o Senado, é Jorginho Mello e Flávio 22, e assim vamos mudar o Brasil”.





















