A diretoria do Palmeiras optou por manter sua base titular ao recusar, nos últimos dias, propostas pelos atacantes Flaco López e Allan. As investidas somadas alcançavam aproximadamente R$ 300 milhões, mas foram descartadas sem negociação.
A postura do clube alviverde reforça a estratégia de buscar títulos antes de maximizar o retorno financeiro com vendas de atletas. A solidez econômica, conquistada por sucessivos superávits na gestão de Leila Pereira, permite ao Palmeiras resistir a ofertas consideradas vantajosas no aspecto financeiro.
Flaco López, convocado pela Argentina para a Copa do Mundo, segue valorizado no mercado externo. O Spartak Moscou, da Rússia, propôs 20 milhões de euros (cerca de R$ 120 milhões) pelo centroavante, mas o Palmeiras avalia o jogador em 40 milhões de euros, entre valores fixos e bônus por metas.
Além da diferença entre proposta e expectativa, o atacante não demonstra interesse em atuar no futebol russo. A prioridade do jogador, conforme apuração, é uma eventual transferência para uma das principais ligas da Europa.
Flaco López é o artilheiro do Palmeiras na temporada, com 14 gols em 35 partidas, além de oito assistências. A informação da oferta russa foi divulgada inicialmente pela ESPN e confirmada pelo Lance!.
O segundo caso envolve Allan, que recebeu sondagem do Aston Villa, da Inglaterra. O clube inglês sinalizou com 30 milhões de euros (R$ 175 milhões), sendo 25 milhões fixos e 5 milhões em variáveis garantidas, pagos ao longo do vínculo.
A proposta também foi rejeitada. A diretoria vê Allan como peça central no projeto esportivo e acredita que ele pode ganhar espaço na seleção brasileira no ciclo de Carlo Ancelotti, visando a Copa do Mundo de 2030.
Promovido ao elenco principal na temporada passada, Allan se consolidou como titular sob o comando de Abel Ferreira. Em 2026, o atacante disputou 34 partidas, com seis gols e quatro assistências.
O Palmeiras já havia negociado outra joia da base, Estêvão, com o Chelsea por 61,5 milhões de euros. A venda do jovem atacante demonstra a habilidade do clube em gerar receitas, mas a prioridade atual é manter o elenco competitivo.
Fonte: Lance




















