Santa Catarina voltou a se destacar em um levantamento nacional sobre segurança pública. O Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2026, divulgado recentemente pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostrou que três cidades do estado figuram entre as dez mais seguras do país, considerando municípios com mais de 100 mil habitantes.
O estudo analisa a taxa de Mortes Violentas Intencionais (MVI) registradas ao longo de 2025. A classificação coloca Tubarão, Blumenau e Jaraguá do Sul em posições de destaque, reforçando a imagem de Santa Catarina como referência em segurança.
Além de ter cidades bem colocadas no ranking, o estado catarinense também aparece com a menor taxa de MVI entre todas as unidades federativas do Brasil, com 7,6 casos para cada grupo de 100 mil habitantes.
No cenário nacional, Tubarão conquistou a vice-liderança, apresentando uma taxa de 1,73 morte violenta intencional por 100 mil moradores. O município do Sul catarinense ficou atrás apenas de São Caetano do Sul, em São Paulo, que registrou índice de 1,22.
Blumenau, no Vale do Itajaí, alcançou a sexta colocação, com 2,67 mortes violentas intencionais por 100 mil habitantes. Já Jaraguá do Sul, localizada no Planalto Norte do estado, aparece em sétimo lugar, com taxa de 3,08.
O ranking completo das dez cidades mais seguras é composto por: São Caetano do Sul (SP), Tubarão (SC), Salto (SP), Santa Bárbara d’Oeste (SP), Jandira (SP), Blumenau (SC), Jaraguá do Sul (SC), Indaiatuba (SP), Valinhos (SP) e Itatiba (SP).
O levantamento leva em conta um indicador que engloba homicídios dolosos, feminicídios, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte e mortes decorrentes de intervenção policial. Esse conjunto de ocorrências é tratado como Mortes Violentas Intencionais.
Nas cidades mais violentas, a situação é diferente. Todas as dez localidades com as maiores taxas de MVI ficam no Nordeste, sendo cinco na Bahia, três no Ceará, uma em Pernambuco e uma na Paraíba.
Conforme o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, essas áreas sofrem com disputas entre facções criminosas pelo controle do tráfico de drogas, o que contribui para elevar significativamente os índices de violência letal.
Fonte: ND+



















