Na segunda-feira (27), o partido Novo realizou sua convenção nacional em Brasília e oficializou a candidatura de Romeu Zema ao Palácio do Planalto.
A aprovação da candidatura ocorreu por aclamação entre os filiados presentes, sem necessidade de votação formal.
Eduardo Ribeiro, presidente nacional do partido, destacou que esta será a maior disputa eleitoral da sigla, com mais de 1.250 candidatos em todo o país.
Segundo Ribeiro, Zema é um político íntegro, sem compromissos com grupos tradicionais, e foi responsável por tirar Minas Gerais da crise deixada por governos anteriores.
Romeu Zema exerceu o cargo de governador de Minas Gerais por dois mandatos consecutivos, totalizando oito anos de gestão.
O ex-governador enfrenta o desafio de tornar seu nome mais conhecido nacionalmente, já que ainda é menos popular que outros pré-candidatos, como Lula e Flávio Bolsonaro.
Para ampliar sua base, a campanha tem focado em aproximações com o agronegócio, empresários e lideranças evangélicas, setores estratégicos para a eleição.
Uma pesquisa BTG/Nexus divulgada no mesmo dia aponta Zema com 3% das intenções de voto. Lula lidera com vantagem de nove pontos sobre Flávio Bolsonaro.
A convenção contou com a presença de diversas lideranças do Novo, como o deputado Marcel van Hattem, o ex-deputado Deltan Dallagnol, o senador Eduardo Girão e o pré-candidato ao Senado Sebastião Coelho.
Em seu discurso, Girão criticou integrantes do Congresso e destacou que o Novo foi o único partido a acionar o Conselho de Ética contra Davi Alcolumbre, presidente do Senado, pela não abertura da CPI do Master.
A definição do vice-presidente na chapa de Zema ainda não foi anunciada. A equipe de reportagem do ND Mais acompanha o evento em Brasília.
Fonte: ND+




















