Um grave acidente envolvendo um ônibus e uma carreta resultou na morte de 21 pessoas na BR-373, no km 210, em Imbituva, região dos Campos Gerais do Paraná. A colisão ocorreu na madrugada desta quarta-feira (19), por volta das 4h, e mobilizou equipes de resgate de várias cidades.
Conforme informações da concessionária Via Araucária, que administra a rodovia, 20 passageiros do ônibus morreram no local do impacto. O motorista da carreta também não sobreviveu, elevando o total de vítimas fatais para 21. Outras quatro pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para hospitais de Ponta Grossa.
De acordo com os primeiros levantamentos, o ônibus pertencia à Secretaria de Saúde de Imbituva, cidade próxima ao local do acidente. A Prefeitura de Imbituva foi contatada para comentar o ocorrido, mas ainda não se pronunciou oficialmente.
O choque frontal entre os veículos aconteceu em um trecho da rodovia que ficou completamente interditado nos dois sentidos. As equipes da Via Araucária foram as primeiras a chegar ao local, logo após o acidente, e não havia previsão inicial para liberação da pista.
Por volta das 6h47, o congestionamento já alcançava 9 quilômetros no sentido Ponta Grossa e 7 quilômetros no sentido Prudenteópolis. A interdição provocou longas filas e impactou o tráfego na região, que segue com lentidão até a conclusão dos trabalhos de perícia e remoção das vítimas.
Além das equipes da concessionária, que disponibilizaram viaturas de inspeção e dois guinchos, a ocorrência mobilizou a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Samu e o Corpo de Bombeiros, com apoio das unidades de Irati e Prudentópolis. A Polícia Científica e o Instituto Médico-Legal (IML) também foram acionados para realizar a perícia e identificar os corpos.
As vítimas feridas foram levadas para unidades de saúde de Ponta Grossa, mas o estado de saúde delas não foi divulgado até o momento. As causas da colisão ainda estão sendo investigadas, e não há informações oficiais sobre as circunstâncias do acidente. A rodovia permanece interditada enquanto os trabalhos periciais não são concluídos.
Fonte: ND+





















