☁️ 15° Jaraguá do Sul Nublado
Qui ☁️ 25° 17°
Sex ☁️ 27° 18°
Sáb 🌦️ 30° 18°

ESTAMOS EMPOBRECENDOPesquisa: 53% dos trabalhadores terminam o mês sem dinheiro

publicidade

Uma nova pesquisa divulgada nesta terça-feira (19) pela Serasa Experian revela que 53% dos trabalhadores brasileiros encerram o mês sem recursos suficientes para arcar com todas as suas despesas. O percentual é praticamente o mesmo registrado no ano passado, quando 54% dos entrevistados enfrentavam situação semelhante.

Do total de participantes, 47% afirmaram recorrer a alguma fonte extra de renda para conseguir quitar os compromissos financeiros. Já 6% disseram terminar o período sem dinheiro e sem qualquer alternativa para cobrir o orçamento. O levantamento ouviu 1.008 profissionais de empresas públicas e privadas.

Entre os principais gastos apontados por aqueles que não fecham as contas no azul, a alimentação lidera, citada por 78% dos respondentes. Em seguida, aparecem as contas de água, luz e gás, mencionadas por 72%. Cada participante podia indicar até três tipos de despesa, e também foram citados financiamentos de imóveis e veículos (44%), compras de roupas e utilidades (43%), empréstimos (33%) e gastos com estudos (22%).

Esses números evidenciam que os itens essenciais exercem forte pressão sobre o orçamento daqueles que chegam ao fim do mês sem sobras. A falta de dinheiro também se reflete na saúde e no bem-estar dos trabalhadores. Entre os que enfrentaram dificuldades financeiras nos últimos cinco anos, 44% relataram irritabilidade e insônia, além de alterações de peso, dores físicas, depressão e isolamento social.

No ambiente profissional, os efeitos também são perceptíveis: 51% disseram sofrer de estresse e 46% relataram exaustão extrema ou esgotamento físico. Outros 35% notaram diminuição da capacidade de concentração, enquanto 33% admitiram queda na produtividade.

A pesquisa foi conduzida online entre os dias 12 e 30 de junho, abrangendo trabalhadores com carteira assinada e profissionais que atuam como pessoa jurídica (PJ). A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais, e os resultados indicam que o quadro pouco mudou em comparação com o ano anterior.

Fonte: Diário do Brasil Notícias

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe

publicidade